Redução de Danos e Adolescência

Redução de danos é um conjunto de políticas e práticas cujo objetivo é reduzir os danos associados ao uso de substâncias psicoativas em pessoas que não podem ou não querem parar de usar drogas. Envolve muito mais um olhar com outra perspectiva (paradigma) o fenômeno que é uso de substâncias psicoativas ao longo da história da humanidade.

A fase intermediária entre a infância e a fase adulta dentro do desenvolvimento humano é chamada de adolescência. Este período é marcado por diversas transformações corporais, hormonais e até mesmo comportamentais. É considerada uma fase de muitos conflitos que se não forem dados as devidas atenções podem se tornarem prejudiciais ao longo da vida.

A atual realidade brasileira nos demonstra que a maioria dos adolescentes que faz uso problemático de alguma substância psicoativa, se insere no tráfico por diversos fatores, dentre eles, a ineficiência das diversas camadas da sociedade - família, escola, justiça e leis, falta de acesso, etc. Não é apenas uma condição psicopatológica individual que irá definir esta pessoa.

O uso problemático de substâncias psicoativas não deve ser considerado apenas uma questão de saúde pública, é uma questão que deve envolver as mais diversas camadas da sociedade voltados para esse público.

A Redução de Danos voltada para jovens e crianças deve ir de encontro a ideia de uma intervenção antes do período crítico (INTERVENÇÃO PRECOCE). Para isso, é necessário uma rede bem articulada dos diversos segmentos sociais (educação, família, assistência social, saúde, justiça, etc.).

 

REFERÊNCIA:

Araújo, A. T. S.; (2013). Infância e adolescência e redução de danos/intervenção
precoce: Diretrizes para intervenção.

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